Tags
êxtase, energia, ideal, inspiração, intelectual, inteligente, paixão, platônica, vida
Acredito piamente em paixões platônicas… Sofro disso, sempre…
Mas minhas paixões platônicas são, imprescindivelmente, paixões intelectuais.
Me apaixono por pessoas inteligentes! E daí reafirmo: não se trata de paixão carnal… É uma paixão que me preenche e me inspira.
Pessoas interessantes – e que não fazem parte da minha vida, e que provavelmente não farão – mas que me levam ao gozo intelectual, desafiam minha mente, minha alma sedenta por conhecimento e pontos de vistas do mundo (exterior e interior)… Essa paixão-platônica-intelectual me desafia, me desperta, me sacode, me bagunça, me incendeia!
Pessoas que conseguem despertar em mim um algo “por que não pensei, disse, escrevi isso antes” são as melhores…
Gostaria imensamente que muitos, melhor ainda, que todas essas pessoas pudessem fazer parte da minha vida!
Seria uma festa do êxtase!
Taí! Talvez esse seja o motivo de elas serem minoria no meu dia-a-dia e estarem longe – no plano idealizado, intocável. Talvez eu não desse conta – não tivesse energia suficiente – para viver neste interminável êxtase.
Então, essa vida sábia os coloca lá, distante, para que eu os possa admirar e desejar… Para que eu possa viver minhas paixões e usufruir delas com benefício e cautela, na medida certa: catalisando minha intelectualidade, inspirando meus sonhos, mas gozando solitariamente, experimentando um êxtase que não me enlouqueça e me tire da realidade.
Então que assim seja.

