Atualmente, a figura do agente literário tem começado a adquirir mais importância no cenário literário nacional. Nosso mercado (assim como tanta coisa no Brasil!) ainda é jovem, pouco explorado, sem procedimentos criteriosos e uma excelência na profissionalização de seus autores, mas parece que começamos a querer sair do período experimental… Apesar de o mais comum ainda ser vermos a maioria dos agentes literários representando editoras ou autores estrangeiros, com foco apenas na venda dos direitos de publicação aqui, alguns profissionais da área do livro começam a se arriscar nesta função. Além de ser uma nova oportunidade para a carreira de quem trabalha no mercado, a função do agente é de extrema importância e relevância para o bom funcionamento da relação autor-editora.

Torço parta chegar logo o dia em que possamos ver publicações como esta no Brasil… Sinal de que teremos muitos autores, muitos agentes e ainda mais leitores!
Tomo a liberdade de afirmar que os agentes literários são uma obrigação para qualquer autor de auto-respeito. Embora alguns aventureiros ainda prefiram fazer tudo sozinhos (até por desconhecimento desta figura fundamental), a maioria dos escritores que consegue seu contrato assinado com uma editora (e não com uma casa publicadora que cobra para publicá-lo…) delegou a parte do negócio da escrita para um profissional – alguém que sabe como encontrar um editor, como negociar um adiantamento, e elaborar as melhores condições contratuais.